POLITICANDO

Edivaldo Holanda Jr. reaparece e dará coletiva na terça-feira

O deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC), reapareceu ontem em públicas, numa das poucas   vezes em São Luis após conquistar o mandato. Estava com o pai, Edvaldo Holanda num restaurante no Calhau. Evitou a imprensa  maranhense desde que assumiu o mandato, mas irá reunir a imprensa na próxima terça-feira (3), na sede do partido, no São Francisco, para falar do seu projeto de disputar a eleição para prefeito. O único problema do parlamentar  é que ele se distanciou muito do eleitorado da capital durante todo esse período. Também enfrenta dificuldades para conquistar  outros partidos para a formação de uma aliança que venha a lhe garantir mais tempo de televisão durante a campanha.

Flávio Dino está mais para Tadeu Palácio 

Não se sabe o motivo, mas corre na cidade, a informação de que o ex-deputado federal Flávio Dino estaria mais inclinado a apoiar a candidatura de Tadeu Palácio do que de qualquer outros dos pretensos postulantes à prefeitura de São Luis. De qualquer forma, caso  Dino não concorra, o que é mais provável, seja quem  for o candidato de sua predileção, seu apoio será muito discreto. Na realidade, ele continua no firme propósito de  concorrer mesmo é ao governo do Estado em 2014. Até porque ainda está muito abalado com a tragédia familiar,  por conta da morte prematura de seu filho Marcelo, em Brasília.

TCE teme enxurrada nesta segunda-feira

Funcionários do Tribunal e Contas do Estado mostram-se preocupados com a prováv El enxurrada de prefeitos na porta do órgão, nesta segunda-feira (2), quando se encerra o prazo para que sejam entregues as prestações de contas. Antigamente, montava-se um plantão no TCE, em que servidores ficavam às vezes até a meia-noite. Desta vez, o presidente da Corte, conselheiro Edmar Cutrim já disse que o prazo será encerrado exatamente às 18 horas. Quem neste horário não tiver entregue suas contas, pagará multa.

Cúpula do DEM vai pedir que Demóstenes deixe o partido

A cúpula do DEM vai pedir ao senador Demóstenes Torres (DEM-GO) que saia do partido antes da abertura de um processo de expulsão.

Integrantes do partido em Goiás foram escalados para procurar Demóstenes até segunda-feira e aconselhá-lo a deixar a legenda por conta própria, segundo a Folha apurou.

Os novos documentos e gravações envolvendo o nome do senador e o empresário Carlinhos Cachoeira estão sendo considerados gravíssimos pela cúpula do DEM.

 

Ministra  nega congelamento  de contratação por concursos

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, negou nesta sexta-feira que os concursos públicos e as contratações de novos servidores pelo governo federal estejam congelados até a criação do novo fundo de previdência do funcionalismo,.

Segundo ela, foram feitas várias contratações neste ano, num ritmo que atende as necessidades do governo. “Não houve congelamento, nem haverá congelamento”, disse Miriam Belchior, ao deixar evento em São Paulo.

DIRETAS

O deputado Marcos Caldas, que vai assumir o governo na próxima sexta-feira, já teve um forte bate-boca com o irmão, Augusto, que planejava disputar uma vaga de vereador em São Luis.

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É que ao assumir o governo, Marcos Caldas deixa o irmão inelegível. Como anunciou que vai tomar posse, o irmão não gostou e os dois quase vão aos sopapos.

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Realmente Marcos Caldas foi notificado pela Polícia Federal,  para marcar dia, local e hora para prestar seu depoimento sobre envolvimento com prostituição em Teresina.

1 thought on “POLITICANDO

  1. Para Djalma Rodrigues e Dona Tereza,da Cohama, antigos ardorosos fãs do senador Demóstenes e da revista Veja:

    “Por Rodrigo Rangel, na insuspeita Veja, hoje: “Em 11 de agosto de 2011, Cachoeira e Demóstenes conversam sobre o que seria, na avaliação do senador, “um tiro direto” no PT. Demóstenes fala em em abrir uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o partido do governo:

    Cachoeira – Eu vi, eu vi as cenas lá, hein?

    Demóstenes – É… Isso é bom, hein. Isso é bom que dá um tiro direto neles aí né, a gente faz a CPI do PT.

    Cachoeira – Exatamente. Beleza.

    Demóstenes – Falou mestre, um abraço.

    Cachoeira – Outro, doutor. Tchau.

    Em outra conversa, Cachoeira fala com a mulher de Demóstenes, Flávia, que comemora a obtenção de sua carteira da Ordem dos Advogados do Brasil e trata com o contraventor da possibilidade de o senador se transferir para o PMDB. Cachoeira se mostra favorável à mudança de partido – e também confiante de que um dia seu amigo Demóstenes possa se tornar ministro da Suprema Corte.

    Flávia – Tô com a vermelha no bolso, 32.650, pode arrumar cliente aí pra mim (…) Tô com a vermelhaça no bolso (…)

    Cachoeira – Ah, sua carteira, né? Parabéns, viu? Você vai usar ela muito e só em causa grande.

    Flávia – Eu fui num jantar no Sarney com o Demóstenes, o Demóstenes hoje é um dos mais influentes que existem no quadro nacional todo, tem trânsito com todo mundo.

    Cachoeira – É, sei disso. Ele já foi pro PMDB não?

    Flávia – Não, mas o Renan [refere-se a Renan Calheiros, um dos caciques do PMDB] tá todo amor por ele que tá é assustando.

    Cachoeira – Ele me falou, você acha que ele vai?

    Flávia – Carlinhos, é uma decisão tão difícil, né? Acho que uma das decisões mais difíceis que ele tem que tomar é essa, viu? Muito complicado, eu acho muito complicado.

    Cachoeira – É, mas ele não tem saída, não. Ele tem que ir para o PMDB. Vai fundir o PSDB com o DEM, aí ele tem que ir pro PMDB, até virar STF, né? Aí você não pode advogar e pronto.

    Carlinhos Cachoeira, então, volta a parabenizar a mulher do senador por ter obtido a carteira da OAB e ela arremata, agradecendo: “Obrigado. Essa conquista aí é nossa. Depois vamos tomar um champagne”.

    Há três semanas, VEJA revelou que Demóstenes recebeu de presente de casamento de Cachoeira uma geladeira e um fogão importados, de uma marca americana de luxo que usa como chamariz em suas propagandas o fato de estar presente nas casas de astros de Hollywood e também na cozinha da Casabranca. Os dois presentes valem mais de 30 mil reais. Durante a investigação, a Polícia Federal descobriu que Cachoeira e Demóstenes se falavam por meio de um rádio Nextel habilitado em Miami, nos Estados Unidos. Era uma estratégia do contraventor, segundo os investigadores, para dificultar grampos.

    Na edição desta sexta-feira, o jornal O Globo mostrou que em outra investigação, feita em 2009, Demóstenes Torres aparece aceitando favores de Cachoeira em suas viagens de avião: o senador pedia que o contraventor pagasse uma despesa sua com táxi-aéreo, no valor de 3 mil reais.

    Procurado por VEJA, Demóstenes não atendeu as ligações. Sua assessoria informou que ele não está dando entrevistas sobre a investigação. E repassou a tarefa ao advogado do senador, Antônio Carlos Almeida Castro, criminalista estrelado de Brasília, também conhecido como Kakay. O advogado diz que não falará pontualmente sobre os diálogos sem antes ter acesso à integra das conversas envolvendo Demóstenes. Ele afirma que há doze dias esteve pessoalmente com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para pedir acesso às escutas, mas até hoje não foi atendido. “Ou essas conversas são triviais e não têm indício de crime ou os encarregados da investigação teriam que ter passado isso imediatamente para o Supremo Tribunal Federal, por envolver um senador. Se isso não foi feito, a investigação é ilegal”, diz o advogado.

    Cachoeira – Outro, doutor. Tchau.”

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