Revelada identidades dos dois suicidas que mataram 8 em escola na cidade de Suzano

 A polícia divulgou os nomes dos assassinos que mataram 8 pessoas, sendo 4 adolescentes, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo.

São eles: Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos. Os dois cometeram suicídio em seguida. Castro completaria 26 anos no próximo sábado.

O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13). Quatro dos mortos no local são alunos do ensino médio. Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola.

A PM encontrou no local um revólver 38, uma besta (um artefato com arco e flecha), objetos que parecem ser coquetéis molotov e uma mala com fios

Antes de os autores do ataque entrarem na escola, um dos assassinos, Guilherme, baleou o próprio tio dentro de uma loja

Os assassinos chegaram à escola alvo do ataque em um carro alugado

Ataques

Os autores do crime chegaram à escola em um carro branco, que foi alugado por um dos assassinos. Eles entraram pela porta da escola, que estava aberta.

“Eles ingressaram na escola, atiraram na coordenadora pedagógica, atiraram numa outra funcionária. Estava na hora do lanche, eles se dirigiram ao pátio, atiraram em mais quatro alunos do ensino médio. Nesse horário, só havia alunos do ensino médio, e [os autores do ataque] dirigiram-se ao centro de línguas. Os alunos do centro de línguas se fecharam na sala com a professora e eles [criminosos] se suicidaram no corredor”, disse o coronel Marcelo Salles, comandante-geral da PM.

O coronel Salles afirmou que, antes de entrar na escola, os criminosos balearam um homem em um lava-rápido próximo à escola. Mais tarde, a polícia confirmou que o homem, Jorge Antonio de Moraes, foi baleado pelo sobrinho, Guilherme Taucci, em seu escritório, dentro da loja de automóveis Jorginho Veículos.

Jorge foi levado ferido ao Hospital das Clínicas, onde era submetido a uma cirurgia.

A motivação do crime ainda é incerta. Segundo testemunhas, o tio teve uma discussão com o sobrinho um dia antes.

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