Temer condiciona projeto de porto no Maranhão por votos ao impeachment de Dilma

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Em semana decisiva para o processo de impeachment de Dilm a Rousseff, o presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), resolveu agir e garantir o voto dos três senadores da bancada do Maranhão. Em reunião no Palácio do Planalto, o peemedebista tratou de um projeto muito caro aos senadores maranhenses, a criação de uma zona de exportação no Porto do Itaqui, em São Luís.

“O projeto é a bandeira da bancada do Maranhão. É uma proposta nossa, que foi abraçada por todos na bancada”, disse o senador Roberto Rocha (PSB-MA), autor do texto. Conterrâneo, o senador Edison Lobão (PMDB-MA), é o relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça.

A conversa foi uma reação à investida de Dilma, que também nessa semana teria negociado a reorganização de coligações do PT no Maranhão para as eleições municipais, a pedido dos senadores João Alberto Souza (PMDB-MA) e Roberto Rocha. Os senadores negam a movimentação.

A proposta dos parlamentares estabelece a Zona de Exportação do Maranhão (Zema), que tem o objetivo de incentivar a produção de bens destinados à exportação e desenvolver a indústria local. O projeto englobaria toda a capital maranhense como área de livre comércio e com incentivos fiscais especiais, mas sem previsão de renúncia fiscal, aspecto que agrada o governo federal.

É a segunda vez que Michel Temer recebe os senadores maranhenses para tratar do projeto, a primeira foi logo após assumir o governo. Segundo os parlamentares, o presidente em exercício demonstra muito entusiasmo pela proposta.

Eles pretendem votar o projeto até o fim do ano na Comissão de Constituição e Justiça e acreditam que o apoio do governo pode “melhorar os ânimos” para levar a proposta para o plenário do Senado logo em seguida.

Preocupado com o impeachment, Temer observou particularidades políticas do Maranhão que favorecem a presidente afastada e, por isso, resolveu agir. Foi no Maranhão que Dilma teve a maior votação proporcional para a presidência em 2014, onde alcançou quase 79% dos votos.

Os três integrantes da bancada do Estado votaram a favor do prosseguimento do processo de impeachment da presidente, mas nenhum se comprometeu em manter o voto para o julgamento final.

Edison Lobão foi ministro de Minas e Energia de Dilma e desde a primeira sessão afirmou que votava apenas pela abertura do processo. João Alberto Souza, por sua vez, votou contra a admissibilidade do impeachment e sempre se posicionou a favor de Dilma, mas mudou de lado na última votação por “questões políticas”. Após deixar o Palácio do Planalto, disse que não tratou de impeachment. “Não trataria, porque não sei como vou votar”, afirmou.

Já Beto Rocha é mais próximo do PCdoB e do PT na política local, se opondo ao clã Sarney, que já demonstrou apoio a Michel Temer. O senador sempre esteve na lista dos aliados de Dilma como um dos mais cotados para votar contra o impeachment.

“É uma questão muito particular para nós do Maranhão, em que a maioria esmagadora da população votou pela reeleição de Dilma. Temos de ter muito cuidado ao tratar sobre o impeachment com os nossos eleitores”, disse Beto Rocha. O senador se diz decidido sobre o seu voto, apesar de não querer revelá-lo.

 

Renato Dionísio está internado em estado delicado

Renato Dionísio

Renato Dionísio

O ex-vereador e empresário  Renato Dionísio,  um  dos mais destacados produtores culturais do Maranhão, presidente do Boi Pirilampo, está internado desde ontem na UTI do Hospital Carlos Macieira, acometido de uma crise de diverticulte.

O estado de saúde de Renato é delicado, mas ele vem se recuperando satisfatoriamente, conforme pessoas ligada ao produtor cultural.

CBF discute extinção da seleção permanente de futebol feminino

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Acreditem, depois das Olimpíadas, depois de muitas pessoas terem acreditado que a seleção feminina de futebol era a única esperança de medalha na modalidade, a CBF agora discute a ideia de extinção permanente da seleção brasileira feminina de futebol. O desempenho da seleção pode ter tido um impacto ainda maior para o esporte, pois existem pessoas influentes pensando se realmente vale a pena manter a seleção feminina pelo fato do custo ser muito alto. Já leu nossa matéria com as 8 provas que a Seleção Brasileira feminina de futebol dá uma goleada na masculina?

Não existem vantagens para a confederação em manter a seleção e os superiores da CBF fizeram a seguinte leitura: o resultado não veio, elogios pela iniciativa também não, e sobrou apenas a conta para pagar. O desempenho do coordenador Marco Aurélio Cunha, no entanto, é bem avaliado internamente.

A tendência é que o trabalho de monitoramento e desenvolvimento do esporte continue. Nos últimos dois anos, centenas de atletas no Brasil e no exterior foram observadas, mas o conceito de seleção permanente pode ser extinta. O dirigente afirma que apesar dos esforços, o futebol feminino não “pega” o Brasil, embora milhares de brasileiros tenham se empolgado com o desempenho inicial das meninas da seleção, especialmente enquanto a seleção masculina sofria na primeira fase das Olimpíadas. Leia também a nossa matéria que mostra qual o time do coração dos jornalistas esportivos.

A dois dias do início do julgamento, 51 senadores declaram voto a favor do impeachment

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A dois dias do início do julgamento final do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, no Senado, 51 senadores declararam que votarão a favor do impeachment, Em levantamento feito terça-feira pelo GLOBO. Disseram que votarão contra 19 e não quiseram manifestar seus votos ou não foram encontrados 11 parlamentares.(Infográfico: veja a intenção de voto de cada senador)

Na votação da chamada pronúncia, quando Dilma virou ré, foram 59 votos a favor e 21 contra. São necessários 54 votos, entre os 81 senadores, para a condenação definitiva de Dilma à perda do mandato e à inelegibilidade por oito anos.

O julgamento começará na manhã de quinta-feira. Na primeira fase, só testemunhas serão ouvidas, o que deve acabar sábado. No dia 29, Dilma fará sua defesa e, em 30 e 31, haverá discursos e a votação.

Apesar de ainda não haver tal número, o clima é favorável ao impeachment. Vários senadores que não declararam sua preferência informaram às suas bancadas que votarão pelo afastamento definitivo da petista. Nos bastidores, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem sido pressionado pelos aliados a fazer o mesmo, mas ele disse que ainda analisa a situação.

O impeachment tem três fases no Senado: a admissibilidade (abertura), que ocorreu em 12 de maio; pronúncia, que ocorreu em 9 e 10 deste mês; e o julgamento final, a partir de amanhã. Ontem, alguns senadores que vinham relutando em declarar seus votos se se manifestaram. O presidente da comissão especial do impeachment, Raimundo Lira (PMDB-PB), disse que votará a favor do impeachment.

O senador Benedito de Lira (PP-AL) assumiu seu voto, alegando que agora, com o quadro já definido, não há mais motivo para não declarar sua posição. Ex-ministro de Dilma, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) também se manifestou pela condenação.

No caso dos aliados de Dilma, o senador Elmano Férrer (PTB-PI) disse que manteria sua posição contra o impeachment. O Palácio do Planalto ainda tenta mudar seu voto.

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— Já votei duas vezes contra e mantenho minha posição. Pode colocar. Só se algo acontecer — disse Férrer.

O governo acredita que terá de 61 a 63 votos a favor do impeachment. Nessa conta, inclui o senador Edison Lobão (PMDB-MA), que foi favorável à abertura do processo e à pronúncia, mas evita declarar sua posição porque foi ministro de Dilma e não quer constrangê-la, mesma situação de Jader Barbalho (PMDB-PA).

Aliados de Temer acreditam que terão apoio de Fernando Collor (PTB-AL), Otto Alencar (PSD-BA), João Alberto (PMDB-MA), Hélio José (PMDB-DF) e Roberto Rocha (PSB-MA). Nos bastidores, os três senadores do Maranhão negociam votarem unidos.

 

Vereador é executado a tiros em Governador Nunes Freire

vereador morto

 

O vereador Esmilton Pereira dos Santos, de 45 anos, foi assassinado a tiros, na noite dessa terça-feira (23), quando chegava em casa, no município de Governador Nunes Freire. O caso está sendo investigado.

Em seu quarto mandato, o vereador era candidato à reeleição. Esmilton era natural de Lago Verde. O velório será realizado na casa do pai dele, em Governador Nunes Freire.

Lobão e Alberto Filho vão depor no STF sobre Cunha

cunha e aliados

 

Arrolados como testemunhas da defesa, onze políticos enviaram ao ministro relator da Lava Jato no Supremo, Teori Zavascki, datas e horários em que estrarão à disposição do Judiciário.

Eles serão ouvidos na ação penal em que Cunha é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, sob suspeita de ter recebido R$ 5 milhões em propina de um contrato firmado pela Petrobras para a aquisição de navios-sonda do estaleiro Samsung.

A ex-deputada e prefeita de Rio Bonito (RJ), Solange Almeida, é ré na mesma ação penal.

Até o momento, responderam ao ofício de Teori os deputados federais Marcelo Aro (PHS-MG), Hugo Motta (PMDB-PB), Pedro Chaves (PMDB-GO), Washington Reis (PMDB-RJ), Fernando Jordão (PMDB-RJ), Manoel Junior (PMDB-GO), Felipe Bornier (Pros-RJ), Saraiva Felipe (PMDB-MG), Alberto Filho (PMDB-MA) e Flaviano Melo (PMDB-MA), além do senador Edison Lobão (PMDB-MA).

Dos onze parlamentares, nove são correligionários do deputado afastado. Os outros dois integravam o chamado centrão da Câmara, grupo pluripartidário que era comandado pelo Cunha no período em que ele esteve na presidência da Casa.

Cunha listou 13 parlamentares como testemunhas de defesa. Apenas dois deles – os deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Mauro Lopes (PMDB-MG) – ainda não responderam ao STF quando poderão prestar depoimento.

DESMEMBRAMENTO

Num outro procedimento em tramitação no Supremo, o ministro Toeri Zavascki determinou que seja retirado do guarda-chuva da Lava Jato um inquérito que tem como principais alvos Eduardo Cunha e o dono do banco BTG, André Esteves.

A investigação foi aberta para apurar as suspeitas de que Cunha recebeu R$ 45 milhões para incluir uma emenda de interesse de Esteves numa medida provisória.

Conforme a Folha apurou, em seu despacho, Teori argumenta que o caso em questão não tem ponto de contato com o esquema de corrupção na Petrobras. Por isso, ele pede ao Supremo, Ricardo Lewandowski, que redistribua o inquérito para outro ministro relatá-lo.

Impeachment de Dilma conta com apoio de 48 senadores

Plenário do Senado finaliza votação da redação final da reforma política, que agora volta para a Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil)

A três dias do início do julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, 48 dos 81 senadores declaram publicamente que irão votar a favor do afastamento definitivo da petista.

Apesar de o número ser menor do que o necessário para que isso ocorra –dois terços do Senado, ou seja, 54 votos–, a tendência hoje é a de que o impeachment seja aprovado. O governo interino de Michel Temer dá esse resultado como certo e conta com 61 votos pela saída da presidente afastada.

Apesar de serem favoráveis à saída definitiva de Dilma, alguns parlamentares não querem ainda se pronunciar abertamente.

De acordo com o placar da Folha, nove senadores não querem declarar qual será o posicionamento final. Desses, no entanto, seis votaram favoravelmente à continuidade do processo contra Dilma.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda não se posicionou, mas aliados do peemedebista afirmam que ele já indicou que irá votar pelo impeachment de Dilma na etapa final.

Veja a tendência de voto dos senadores

O placar também mostra que quatro senadores se declaram indecisos em relação a seus votos. Todos eles, porém, defenderam a continuidade do processo na última votação, em maio.

Na primeira votação, quando o Senado decidiu abrir o processo, o placar foi de 55 a 22. Na segunda, quando houve o aval para o julgamento, o resultado se ampliou: 59 votos a favor e 21 contrários.

A sessão de desfecho do impeachment de Dilma se inicia nesta quinta (25). Os primeiros dois dias serão dedicados a ouvir testemunhas de acusação e defesa. Se for preciso, os senadores trabalharão no fim de semana para concluir esta etapa.

A acusação indicou duas testemunhas, mas já trabalha com a possibilidade de dispensar uma para agilizar o andamento das sessões. Já a defesa indicou as seis pessoas a que tinha direito.

Na segunda-feira (29), Dilma irá pessoalmente ao Senado Federal apresentar a sua defesa. Ela falará pelo tempo que quiser e, quando encerrar, os senadores poderão questioná-la.

Na terça-feira (30), os senadores entrarão na penúltima fase do processo. Advogados da defesa e da acusação se pronunciarão e, em seguida, todos os 81 senadores poderão discursar por 10 minutos cada.

A expectativa é a de que os senadores concluam a votação na noite de terça ou na madrugada de quarta (31).

 

Acidente aerospacial que matou 21 em Alcântara completa hoje 21 anos

Nesta segunda-feira (22), o maior acidente da história do Programa Espacial Brasileiro completa 13 anos. Três dias antes do lançamento, o Veículo Lançador de Satélites (VLS) passava por ajustes finais da Torre Móvel de Integração (TMI), no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), norte do Maranhão, quando uma ignição prematura de um dos motores resultou na explosão do protótipo de 21 metros de altura e na morte de 21 tecnologistas do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

alcantara

A causa apontada pelo relatório final de investigação, concluído pelo Comando da Aeronáutica em fevereiro de 2004, foi um ‘acionamento intempestivo’ provocado por uma pequena peça que ligava o motor.

A comissão de investigação descartou a possibilidade de sabotagem, de grosseira falha humana ou de interferência meteorológica, mas apontou ‘falhas latentes’ e ‘degradação das condições de trabalho e segurança’, entre eles saídas de emergência que levavam para dentro da própria TMI, além de estresse por desgaste físico e mental dos tecnologistas.

O acidente, também uma das maiores da corrida espacial, chamou a atenção de todo o mundo, e foi acompanhada de perto pelos repórteres da TV Mirante. O Repórter Mirante de agosto de 2013 relembrou os 10 anos da tragédia e trouxe depoimentos de quem sentiu de perto os impactos da explosão – reveja acima.

A explosão assombrou os nativos da península, removidos pelo governo federal em março de 1983 para instalação do CLA e transferidos para sete agrovilas, localizadas a 14 km do município de Alcântara.

“Ouvi um ‘booooooommm’. Eu olhei e perguntei: meu Deus, o que é que está acontecendo? Foi uma explosão e foi para o rumo do quartel. Depois olhamos a fumaça. Com poucas horas soubemos da notícia. Foi horrível”, relatou a trabalhadora rural Leandra de Jesus Silveira.

“Foi uma explosão assim tipo um trovão. Sabe quando dá um trovão mesmo temeroso? Foi assim que deu. Poucos minutos depois a gente saiu da casa e olhou a fumaceira”, recorda o pescador José Louziano.

Famílias das 21 vítimas
Todos os anos, parentes e amigos homenageiam os 21 engenheiros e técnicos do DCTA de São José dos Campos, com uma queima de fogos – às 13h23, horário do acidente –, seguida do oração.

Nova TMI
O acidente levou à adoção de novas medidas de segurança no centro de lançamento.Inaugurada em 2012, a nova TMI promete ser mais segura. Ao redor da torre de 33 metros de altura e mais de 380 toneladas, uma extensa fiação garante corrente elétrica para um dos estágios da plataforma do veículo lançador de satélites.

A área foi projetada e construída com concreto armado, tudo para evitar problemas como o que ocorreu em 23 de agosto de 2003, quando houve um incêndio plataforma e, em menos de dez segundos, a temperatura chegou a quase 3,5 mil °C.

Novo acidente
Em novembro de 2015, um novo acidente assustou moradores de Alcântara. Um foguete suborbital modelo VS-40M V3, construído no DCTA de São José dos Campos, explodiu no momento do lançamento.

Todo o foguete foi perdido e a estrutura de lançamento danificada. O lançamento fazia parte da Operação São Lourenço.

A plataforma levaria ao espaço um componente do Sistema de Navegação (Sisnav), denominado Sistema de Medição Inercial (Sismi), acompanhado de um GPS de aplicação espacial desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – em cooperação com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) –, ainda em fase de qualificação.

Centro de lançamento
Unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) no Maranhão, o CLA foi construído para ser ponto de lançamento de foguetes científico-tecnológicos pela localização geográfica estratégica, já que não era possível a ampliação do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) de Natal (RN), que sofria processo de expansão urbana na época. A fundação ocorreu no dia 1º de março de 1983, assinada por João Figueiredo.

A escolha da cidade histórica de Alcântara foi motivada pela proximidade com a Linha do Equador, que catalisa o impulso dos lançadores, economizando combustível utilizado nos foguetes.

Até o desenvolvimento do VLS, foram necessários 20 anos de pesquisa e aprofundamento. Nos últimos anos, a retomada do desenvolvimento do veículo espacial que coloque um satélite nacional na órbita do planeta Terra com o impulso de parcerias internacionais foi acelerada.

 

E-mail pra dona Bibi

email-para-dona-bibi

 

Olá, minha fofa, muito bom dia! Espero que estas poucas e mal traçadas venham a encontra-la na paz do Onipresente por aí. Por estas bandas, morena, novidades são as campanhas para prefeito e vereador e a história do impeachment da presidente afastada Dilma Roussef, que, ao que tudo indica, terá um desfecho no próximo dia 29.

O PT e seu comandante Lula estão mais tontos do que boêmio que resolve emendar a dosagem no dia seguinte. Já recorreram à ONU, onde esculhambaram o Congresso e a Justiça brasileiros e, pelo visto, deverão recorrer agora ao Papa e ao Dalai Lama, já que tudo aponta que não haverá jeito para a situação da Dilma.

O Lula, que está mais enroscado do que cabelo de africano, continua com suas bazófias. Inventou uma tal de peregrinação pelo País para ajudar a Dilma e deu com os burros n’água. Onde andou, não teve povo. No sertão do Ceará, onde ia receber uma homenagem, a população o rechaçou. Meteu o rabo entre as pernas e deu meia volta volver.

Essa é, hoje, a real situação do homem que um dia tentou ser o Rei do Brasil, mandar em tudo e em todos, mas que jogou tudo fora por conta de uma roubalheira desenfreada, ele e os seus áulicos, como Zé Dirceu, Zé Genoíno, Palloci e tantos outros, que estão ou já foram engaiolados. O PT, de partido respeitável, acabou se transformando numa quadrilha que quase afunda a Petrobrás e outras estatais.

Bem, mas vamos deixar essa petelhada de lado e vamos cuidar de assuntos mais sérios.

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Se não ouvisse a voz do cidadão, não iria acreditar na história. O episódio aconteceu na delegacia de Açailândia, onde o sujeito, preso acusado de dar um couro na mulher, contou a verdade e disse que preferia ficar no xilindró.

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Afirmou que levou uma surra da ex-esposa, que ainda destruiu a moto  dele e ameaçou mata-lo a facadas. Houve a reação e ele acabou sendo preso.

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Aconselhado a pagar a fiança para ser posto em liberdade, disse que preferia ficar preso e por um bom tempo a correr o risco de voltar a encarar a ex-esposa.

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Essa eu acho que nem o governador, o comandante da PM, o secretário de Segurança, Jeferson Portela ou o governador Flávio Dino tomaram conhecimento.

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Na madrugada de sexta-feira, um cidadão  completamente tochado e conduzindo uma reluzente BMW, bateu numa viatura da Polícia Militar, na Litorânea.

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A foto do acidente foi encaminhada para diversos órgãos de imprensa, mas aconteceu um mistério. Não houve registro da ocorrência e ninguém sabe quem é o motorista causador do acidente. Não pode!

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A campanha nem bem começou e a Justiça Eleitoral já deu um grau no vereador Fábio Câmara, mandando-o retirar das redes sociais insultos ao prefeito Edivaldo Holanda Jr.

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E isso é apenas o começo, porque os candidatos estão preparados mesmo é para o dia 26, quando é iniciada a guerra eletrônica. Já são tantos os dossiês, que tu nem imaginas, Bibi…

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Quem viajou no ônibus celestial, no domingo passado, morena, foi o Jomar Moraes, jornalista, escritor e pesquisador, e que foi presidente da Academia Maranhense de Letras.

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Tive o prazer de trabalhar com ele quando foi presidente do extinto Serviço de Imprensa e Obras Gráficas do Estado (Sioge), um dos  órgãos de maior movimentação cultural do Estado, que foi posto a pique no penúltimo governo de Roseana Sarney.

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Os norte-americanos estão fazendo bonito nas Olimpíadas, deverão se despedir hoje como os maiores conquistadores de medalhas e de confusões também.

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Um grupo de nadadores da terra do Tio Sam aprontou, na orla carioca, destruindo até banners de um posto de combustível, depois inventaram um assalto fictício, mas a polícia brasileira desvendou toda a trama e o assunto foi manchete internacional.

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Outro norte-americano foi preso vendendo ingressos falsificados. Esse deve ter aprendido como se faz, com a turma da malandragem carioca.

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Até o fechamento dessa edição, ainda não havia aparecido um nome para concorrer com o ex-prefeito Luiz Fernando, para a Prefeitura de São José de Ribamar. O homem é fera.

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Ao contrário de Luiz Fernando, que vai voltar nos braços do povo, o povo de Raposa e de Paço do Lumiar está contando os dias para se ver livre dos prefeitos Clodomir Oliveira e Josemar Sobreiro, respectivamente.

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Falando em prefeito, vá entender essa nossa Justiça. Semana passada, voltaram a folclórica prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite. Quando foi na sexta-feira, nova decisão, agora mandando a cidadã de volta para casa. Só no Brasil é que acontecem histórias como essa.

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Ah, minha santa, ia esquecendo, quem também fez a viagem celestial foi o meu amigo Jorrimar Froz, pai do desembargador Froz Sobrinho e do meu cunhado Antonio, que é casado com a Fátima.

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É difícil falar desse cidadão, morena, que sendo vaqueiro e a esposa Jacy,  costureira, construiram uma família de dar inveja a qualquer figurão.

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Foram 11 filhos, todos formados na UFMA. Tem advogado, médico, professor, bioquímico e os escambau. Fiz algumas farras com o Jorrimar, que Deus convidou aos 84 anos. Que esteja bem ao lado de vocês aí, sorrindo com o Todo Poderoso.

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Tem, gente por aí que sequer conquistou ou repetiu mandato na Câmara Municipal e já se articula para cargos na Mesa Diretora. É bom se espelhar no passado, para entender que a coruja pia é do outro lado.

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Vou explicar uma historinha aqui para exemplificar. O Chico Carvalho esteva no segundo mandato presidencial e quando chegou o momento das eleições, três vereadores iniciaram uma articulação para destronar o baixinho da presidência após o pleito.

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Nenhum dos três se reelegeu, o Chico Carvalho passou pelas urnas e se reelegeu para o terceiro mandato de presidente daquele poder.

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Bem, minha gata, com essa, teu pretinho vai ficando por aqui, garantindo retorno na próxima semana, se Deus quiser. E ele quer, por sempre foi bacana com teu pimpolho aqui.

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Beijão desse filhote que jamais te esquecerá

Djalma

Presidente da Academia Maranhense de Letras mostra diferenças entre Vitorino Freire e Sarney

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Numa concorrida entrevista concedida no começo da noite ao jornalista Djalma Rodrigues, no programa Pauta do Dia, na Rádio Capital AM, o jornalista, cronista, escritor e presidente da Academia Maranhense de  Letras, Benedito Buzar, afirmou que existem diferenças entre Vitorino Freire, que manteve o comando político do Estado entre meados das décadas de 1940 e 1960 e José Sarney a quem atribuem o domínio político do Maranhão até o ano de 2012, quando Lobão Filho PMDB), foi derrotado pelo atual governador, Flávio Dino (PC do B).

“O Vitorino Freire, de fato mandou no Maranhão, ao longo de 20 anos, sem jamais ter sido governador. Ele era senador. Mas difere do Sarney. Ele era um chefe político, enquanto Sarney era uma liderança. Vitorino só atuava nos bastidores, sem se misturar com o povo, enquanto o Sarney, tanto atuava nos bastidores como participava de campanhas abertas”, assinalou Buzar.

Buzar também lembrou que  todos os governadores que chegaram ao poder, tanto pela via indireta como pelo voto popular, romperam  os laços com Sarney, citando Pedro Neiva de Santana, Nunes Freire, João Castelo, Luiz Rocha, Cafeteira e Zé Reinaldo Tavares.

Segundo Buzar, que é autor do livro “O Vitorinismo” e diz que elabora  a obra “O Sarneisismo”, o  que manteve Sarney como principal liderança, foi sua influência no cenário nacional, lembrando que, mesmo sem mandato, continua com muita ligação com a cúpula do PMDB, que atualmente governa o País, com Michael Temer.

Buzar, que teve seu mandato de deputado estadual cassado com o golpe de 1964, juntamente com Sávio Dino, pai do governador Flávio Dino, destaca que, naquele tempo, o parlamentar  gostava mesmo era da política, ao contrário da atualidade, em que a maioria dos  deputados são empresário e muitas das vezes buscam o mandato para a ostentação do poder.

Ele enfatiza não enxergar qualquer possibilidade da presidente afastada Dilma Roussef voltar ao poder, e diz que quem irá comandar a cena política a partir do final deste mês será o PMDB.