Vigilantes de escolas e secretarias ameaçam entrar em greve no MA

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Vigilantes de escolas da rede pública estadual e municipal de São Luís estão com os salários atrasados há alguns meses, segundo o Sindicato dos Vigilantes do Maranhão (Sindvig-MA).   A categoria anunciou que, caso os salários não sejam pagos até  esta sexta-feira (27), haverá greve geral a partir de segunda-feira (2).

Também participam do movimento os vigilantes que trabalham em empresas que prestam serviço para as secretarias de Governo do estado, Secretaria de Educação do Município e também Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema).

Segundo o Sindvig-MA, algumas empresas estão com até sete meses de salários atrasados. A categoria tentou um acordo com órgãos municipais e estaduais, e a expectativa era que os salários fossem pagos no dia 12 de fevereiro, o que não ocorreu. Diante disso, a categoria deu mais um prazo para pagamento dos salários, que termina amanhã. Caso seja ignorado novamente, os vigilantes iniciarão greve geral.

No interior do Maranhão, os vigilantes estão acampados nas Unidades Regionais de Educação (URE). Em Bacabal, já são oito dias de acampamento e em Viana a movimentação começou nessa quarta-feira (25).

Nessa quarta, o governo do Estado realizou o pagamento referente ao mês de janeiro às empresas de vigilância patrimonial que prestam serviços à Seduc. No total, foram creditados R$ 5,1 milhões às empresas que se encontram adimplentes e com regularidade fiscal. Na manhá desta quinta, oG1 entrou em contato com a Prefeitura de São Luís para tratar sobre o assunto, mas ainda não obteve resposta do órgão sobre o caso

 

 

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