Bolsonaro se gaba de popularidade no Maranhão

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Depois de ter ganhado ainda mais notoriedade após o episódio da troca de farpas com Jean Wyllys (PSOL) no plenário da Câmara Federal, no dia da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o polêmico deputado Jair Bolsoaro (PSC) citou o Maranhão ao ser questionado por uma universitária durante a sessão desta quarta-feira (27) no parlamento. Após ser acusado de terrorismo, o parlamentar afirmou que nunca foi processado por nenhum tipo de atentado e, se vangloriando do crescimento da sua popularidade no país, afirmou, mostrando o celular na palma da mão, que está “bombando” no Maranhão ao citar uma reportagem publicada recentemente.

Alvo constante da revolta de estudantes, ainda mais depois de ter exaltado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que é acusado de crimes de tortura durante a ditadura militar, Bolsonaro foi mais uma vez interpelado hoje pela manhã. Uma estudante de psicologia perguntou ao deputado sobre um possível atentado a bomba frustrado que ele teria participado nos anos 1990 e ele respondeu com ironia.

“Você está me confundindo com Dilma Rousseff, está me chamando de terrorista? Eu fiquei dezessete anos no exército antes de vir para cá. Uma alteração dessa eu seria expulso. Eu não tenho nenhum julgamento no exército brasileiro por causa de bombas. Por que esse ataque em cima de mim? Porque esse preconceito para comigo? Será que eu ameaço tanto quem está no governo?. Eu acabei de ver aqui uma matéria sobre o Maranhão. Depois deste episódio do coronel Brilhante Ustra eu estou ‘bombando’ no Maranhão, matéria de hoje. Isso porque o pessoal está vendo a verdade”, retrucou.

Por fim, Bolsonaro afirmou que o coronel Ustra não tem nenhuma condenação ou provas que comprovem que ele é terrorista e citou ataques do exército russo sobre o Estado Islâmico para justificar as ações do governo militar contra os comunistas no Brasil na época da ditadura.

Se o deputado carioca tem, de fato, muitos admiradores no Maranhão não existe nenhum tipo de pesquisa que comprove, mas nesta terça-feira (27) um grupo de torcedores exibiu uma faixa com o nome de Bolsonaro no jogo do título do Sampaio Basquete diante da equipe do Corinthians, no Ginásio Castelinho.

Por ter homenageado Ustra em seu discurso, a Ordem dos Advogados do Brasil foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, pedir a cassação do mandato de Bolsonaro. O Partido Verde (PV) também entrou em ação contra Bolsonaro e protocolou hoje representação para que o Conselho de Ética da Câmara apure se Bolsonaro quebrou o decoro parlamentar com declaração.

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  1. O artigo possui óbvio viés contra Bolsonaro. Por nenhum outro motivo do que desmascarar isto, reescrevo o mesmo de acordo com os fatos:

    Depois de ter ganhado ainda mais notoriedade após o episódio em que foi agredido com uma cusparada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL) no plenário da Câmara Federal, no dia da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o polêmico deputado Jair Bolsoaro (PSC) citou o Maranhão ao ser questionado por uma universitária durante a sessão desta quarta-feira (27) no parlamento. Após ser acusado de terrorismo, o parlamentar afirmou que nunca foi processado por nenhum tipo de atentado e, ao comentar o crescimento da sua popularidade no país, afirmou, mostrando o celular na palma da mão, que está “bombando” no Maranhão ao citar uma reportagem publicada recentemente.

    Alvo constante da revolta de estudantes de esquerda e dos movimentos LGBT, ainda mais depois de ter exaltado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que foi acusado de crimes de tortura durante o regime militar, Bolsonaro foi mais uma vez interpelado hoje pela manhã. Durante sessão na Câmara, uma estudante de psicologia questionou o deputado sobre a “explosão da bomba nos 90 que não deu certo?”. Em resposta o deputado afirmou que a estudante estava tomando informações de origem duvidosa e tomando como verdade, e ainda ironizou, dizendo:

    “Eu? Bomba em 90? Você está me confundindo com Dilma Rousseff. Você está me chamando de terrorista? Eu fiquei dezessete anos no exército antes de vir para cá. Uma alteração dessa eu seria expulso. Eu não tenho nenhum julgamento no exército brasileiro por causa de bombas. Por que esse ataque em cima de mim? Porque esse preconceito para comigo? Será que eu ameaço tanto quem está no governo?. Eu acabei de ver aqui uma matéria sobre o Maranhão. Depois deste episódio do coronel Brilhante Ustra eu estou ‘bombando’ no Maranhão, matéria de hoje. Isso porque o pessoal está vendo a verdade”.

    Por fim, Bolsonaro afirmou que o coronel Ustra não tem nenhuma condenação ou provas que comprovem que ele é terrorista e citou ataques do exército russo sobre o Estado Islâmico para justificar as ações do governo militar contra os terroristas comunistas no Brasil na época da ditadura.

    Se o deputado carioca tem ou não muitos admiradores no Maranhão como informa a matéria citada por ele e publicada na segunda-feira (25), às 19:51 hs, no portal O 4º PODER, sob o título Pesquisa Ibope: “Bolsonaro tem 11% das intenções de voto e menor rejeição”, o fato é que nesta terça-feira (27) um grupo de torcedores exibiu uma faixa com o nome de Bolsonaro no jogo do título do Sampaio Basquete diante da equipe do Corinthians, no Ginásio Castelinho.

    Por ter homenageado Ustra em seu discurso, a Ordem dos Advogados do Brasil seção RIo de Janeiro foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, pedir a cassação do mandato de Bolsonaro. O Partido Verde (PV) também entrou em ação contra Bolsonaro e protocolou hoje representação para que o Conselho de Ética da Câmara apure se Bolsonaro quebrou o decoro parlamentar com declaração, embora estas mesmas entidades ignorem o fato de que antes do polêmico discurso de Bolsonaro, deputados de esquerda dedicaram seus votos a notórios terroristas como Carlos Marighella e Che Guevara.

  2. Tem alguns erros de português no texto, mas o comentário não pode ser editado depois de enviado, então fica aqui o registro de minha ciência sobre os mesmos.

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