Ex-presidente José Sarney tem fraturas após sofrer queda durante caminhada em Brasília

O maranhense e ex-presidente da República, José Sarney, teve fraturas ao sofrer uma queda durante uma atividade física, próximo a residência onde mora, em Brasília. Sarney passa bem e está se recuperando.

Ex-presidente José Sarney — Foto: ALESSANDRA DOS SANTOS DA MATA CAMPOS/ESTADÃO CONTEÚDO

Segundo a assessoria de José Sarney, o acidente aconteceu a semana passada, no período de Carnaval, em uma caminhada realizada em uma quadra. Sarney pisou em um desnível entre uma rampa e o asfalto, o que provocou uma queda.

Ao cair, o ex-presidente teve fraturas leves no osso do úmero e na clavícula, além de um corte no braço. Sarney recebeu atendimento em um hospital, mas não foi necessário realizar cirurgia, apenas a colocação de uma tipoia.

deve retomar às atividades ainda nesta segunda-feira (19), após avaliação médica.

Sarney, que tem 94 anos, tem sofrido com quedas nos últimos anos.

O ex-presidente da República chegou a ficar internado e teve o diagnóstico de “pequena área de isquemia cerebral”, que é causada por um bloqueio na circulação sanguínea do cérebro.

Apesar disso, em razão do quadro de saúde estável, Sarney foi liberado da unidade de saúde após a realização de exames. (G1MA)

Flávio Dino vai propor demissão sem salário de juiz, promotor e militar corruptos

Flávio Dino no Senado Federal. — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Por Andréia Sadi -Apresentadora do Estúdio i, na GloboNews.

 

O senador afirmou que vai apresentar outras quatro propostas antes de deixar o cargo para tomar posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

O senador Flávio Dino (PSB-MA) vai entrar com uma proposta de emenda à Constituição (PEC) nessa segunda-feira (19) que propõe o fim das aposentadorias compulsórias de militares, juízes e promotores como punição aos que forem condenados cometer delitos graves.

A proposta de Dino, que toma posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (22), é a exclusão do serviço público sem a aposentadoria compulsória. O senador afirmou que vai apresentar outras quatro propostas antes de deixar o cargo.

“Em algumas carreiras, quando do cometimento de infrações administrativas graves, o servidor público é transferido para a inatividade, ou seja, é retirado da ativa, mas permanece recebendo remuneração a título de “aposentadoria”. A aposentadoria, portanto, assume caráter de sanção, o que corresponde ao desvio de finalidade dessa espécie de benefício previdenciário que visa assegurar ao trabalhador condições dignas de vida quando não mais for possível o desenvolvimento de atividade laboral, em virtude de idade-limite, incapacidade permanente para o trabalho ou pela conjugação dos critérios idade-mínima e tempo de contribuição”, diz no documento obtido pelo blog.

Dino retoma o mandato no Senado essa semana após deixar o comando da pasta, às vésperas de assumir uma vaga de ministro do STF.

No ‘X, antigo’Twitter, Dino disse no domingo (18) que vai apresentar a proposta para conseguir assinaturas. “Não há razão para essa desigualdade de tratamento em relação aos demais servidores públicos que, por exemplo, praticam crimes como corrupção ou de gravidade similar.”

Durante a posse de Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça, Dino disse, sem aprofundar as propostas, serão apresentados alguns projetos de lei como:

  • que proíbe acampamentos em quartéis
  • que trata de prisão preventiva e audiência de custódia
  • que prevê a destinação do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para reconhecimento de mérito de policiais
  • que trata de câmeras corporais obrigatórias em segurança privada (bancos, eventos e estabelecimento comercial de grande porte)
  • que trata do reforço e valorização de bibliotecas e bibliotecários, inclusive no combate as fake news.

O carisma e a solidariedade  de Raimundo Assub

 

Dotado de um grande carisma e de um forte potencial de articulação, o saudoso ex-vereador Raimundo Assub agregava ainda aos seus predicados, a serenidade, a simplicidade, a solidariedade e uma contagiante alegria, que o fazia trilhar os caminhos da fantasia em suas conversas, como forma de alegrar o interlocutor. Tive o privilégio de fazer parte do seu ciclo de amizade. Através dele, ingressei como funcionário efetivo da Câmara Municipal de São Luís, em 1988.

Meus primeiros contatos com o então parlamentar ocorreram em 1984, quando fazia cobertura do Legislativo Municipal para o JORNAL DE HOJE. Nossa relação se fortaleceu por um motivo muito singular, o que viria a me fazer seu admirador, por conta do esforço   empreendido para divulgar uma proposta de sua autoria, visando beneficiar a comunidade do bairro da Estiva.

Vi  consistência na propositura e a divulguei, dando destaque na página 3. No período, as sessões plenárias eram realizadas a partir das 17h. Eu ia primeiramente na Assembleia Legislativa, na Rua do Egito e depois finalizava minha coleta de dados para a página política do JH na Câmara, seguindo depois a pé para o matutino, na rua Cândido Ribeiro, nas proximidades do Mercado Central.

O Legislativo Ludovicense vivia momentos de tensão, com a oposição, composta por 10 dos 21 vereadores, tentando, a todo custo abrir uma CPI contra o prefeito Mauro  Fecury. Tudo por conta da aquisição, por parte da Prefeitura, de um terreno localizado na Vila Ivar Saldanha, onde funcionou  a Ivesa, indústria de propriedade da família Murad. Lembro de um episódio interessante.

O vereador Hélcio Silva batia pesado. A imprensa tomou conta da história, num escândalo que se convencionou chamar de “O buraco da Ivesa”.  Para instalar a CPI, Hélcio Silva precisava do apoio decisivo  de Hilton Rodrigues, vereador do MDB, que era sogro do então deputado federal Epitácio Cafeteira que viria a ser eleito governador do Estado dois anos depois.

Hilton Rodrigues faltou à sessão em que seria definida a instalação ou não da Comissão Parlamentar de Inquérito A CPI morreu ali. No dia seguinte, o bloco oposicionista cobrou o posicionamento do seu integrante. Seus adversários fizeram pilhéria. De pavio curto, Hilton Rodrigues foi à tribuna e terminou seu pronunciamento batendo forte  nos adversários e também em aliados.

E foi exatamente contra Hilton Rodrigues que Assub conquistaria, em 1987, sua mais brilhante e emocionante vitória, ao vencer a presidência da Câmara, por apenas um voto de diferença.

O tempo passa, a Câmara muda para o prédio onde funciona hoje, na  Praia Grande e acabei virando interlocutor de Assub e de outros vereadores, que eram minhas fontes. Em 1986, passei quatro meses exercendo uma função gratificada, por iniciativa do vereador Altair Rosas. Ele era suplente e havia assumido o mandato temporariamente.

Lembro que, na véspera da eleição, o chefe do Executivo  Estadual reuniu um grupo majoritário de vereadores, para consolidar a vitória do genro. No dia do pleito, 3 de março, domingo de Carnaval, no plenário da Câmara,  podia se confundir membros do secretariado do governo com vereadores, O ambiente estava repleto de secretários e de outros membros de escalões inferiores do governo, pressionando vereadores a votarem no candidato do chefe.

É bom citar que os 10 vereadores da oposição eram alinhados  a Cafeteira e  os da situação, pertenciam ao bloco do prefeito Mauro Fecury, que, por sua vez, havia sido nomeado por indicação de José Sarney.  No ano anterior, Cafeteira  havia sido eleito com apoio do presidente José Sarney e ambos estavam aparentemente,  alinhados. Isso porque Cafeteira teve o apoio de Ulysses Guimarães e de Tancredo Neves, ambos do MDB, para a consolidação de sua candidatura.

Eu havia entrevistado Cafeteira em janeiro de 1985, quando ele anunciou que seria candidato ao governo. Numa matéria de página inteira, destacou que tinha apoio de Ulysses e de Tancredo e que não havia assinado nenhum documento apoiando a indicação de Sarney como vice de Tancredo. Até então, Sarney e Cafeteira eram como água e óleo na política local. Adversários declarados, cujos apoiadores só faltavam ir ao confronto físico.

Para ser vice de Tancredo, Sarney deixou o comando do PDS, considerado, até então, o maior partido político da América Latina e se foliou ao MDB. Virou correligionário do maior desafeto no Maranhão. Teriam que se acomodarem no mesmo grupo. O cenário nacional determinava essa até então impensada aliança. Na eleição para o governo, Cafeteira teve o apoio de Sarney. Quase ao final do governo, romperam e cada um foi para seu lado. Cafeteira se aliou a Jackson Lago, com quem romperia posteriormente, se aliou a João Castelo  e, no ocaso de sua carreira política e da vida, exercendo o mandato de senador, acabou voltando a se aliar a Sarney.

A morte de Tancredo,em 21 de abril de 1985, serenou os ânimos na política local e todos sabem que houve uma dúvida na cúpula do governo militar, se passariam o governo a Sarney  ou a Ulysses, que era presidente da Câmara Federal, havia liderado a campanha pelas eleições diretas e se notabilizaria por conduzir a Assembleia Nacional Constituinte, promulgando em 5 de outubro de 1988, a atual Carta Magna do País. No final, decidiram que Sarney seria o substituto do presidente eleito pelo Colégio Eleitoral.

A Câmara Municipal estava em ebulição naquele dia, em que elegeria o novo presidente, em substituição a Lia Varela, primeira mulher  a se eleger presidente daquela casa parlamentar. E por mais de uma vez, porque ela havia sido presidente de 1978 a1981. Vejo que falta informações a determinados grupos políticos, que desconhecem a história de Lia Varela a primeira mulher negra no Parlamento Municipal de São Luís.  Foi presidente e chegou a exercer o cargo de prefeita da capital interinamente.

A  disputa ocorreu no dia 3 de março,  em pleno Domingo de Carnaval. Vi que toda a imprensa e os servidores da Câmara estavam torcendo por Assub. O voto era secreto. Terminada a apuração, foram consignados 11 votos para Assub contra 10 de Hilton Rodrigues. O Carnaval do grupo vitorioso começou ali, na mesma hora. Alguns vereadores, com grupos de amigos e familiares foram comemorar nos  bares e restaurantes da  Praia Grande.

No final da tarde depois que entreguei meu material para a editoria, fui para a Praça Deodoro, onde era realizado o Carnaval naquele período. Lá, encontro o Assub com o casal de filhos,  Clícia Maria e   José Assub Neto.

-Gostou da vitória, Djalminha?

Tu é meu amigo do peito. Vou melhorar tua situação salarial. Tu mereces!

Retruquei que não tinha vínculo nenhum com a Câmara e  esquecemos o assunto.

Eis que, numa modorrenta  manhã de segunda-feira da primeira quinzena de abril de 1988, ano de eleições municipais, chego à Câmara e encontro o Assub na porta, conversando com um grupo de funcionários.

Ao me ver, se afasta dos interlocutores e me abraça dizendo:

-Tu tens que ir comigo agora no setor de Recursos Humanos, para assinar tua portaria como diretor de Comunicação!

Como estava com muita demanda, além do JORNAL DE HOJE, sugeri o nome do Udes Cruz, muito amigo dele. Acatou e me fez manter o contato com Udes, que, no dia seguinte esteve com ele e assumiu a função. Quem estava no exercício do cargo era o saudoso poeta e jornalista Cunha Santos Filho. Estava se desincompatibilizando do serviço público  para disputar uma vaga de vereador.

Logo no início de sua gestão como presidente da Câmara, Assub mostrou todo o seu diferencial. Aboliu o sistema de segurança no gabinete presidencial, determinando que a porta estaria sempre aberta a quem o procurasse. Fosse vereador, servidor ou visitantes. Quando queria conversar a sós qualquer pessoa, recorria a uma salinha ao lado, chamada de cafua. Conciliador, não teve problema com a administração do então prefeito Jackson Lago, que fazia forte oposição ao seu grupo. Chegou inclusive a assumir a prefeitura de São Luís interinamente.

  No final de 1987, quando ainda não havia Lei de Responsabilidade Fiscal e prestação de contas do dinheiro público era coisa de ficção contábil, ele surpreendeu. Houve uma sobra dos recursos repassado pela Prefeitura e ele determinou a divisão do dinheiro entre todos os funcionários, do mais graduado diretor ao operacional de serviços diversos. Até hoje, essa história é contada nos corredores do Legislativo Ludovicense pelos servidores mais antigos.

Bonachão, também era grande contador de histórias. Agradava pela sua forma de cumprimentar os amigos, principalmente quando se tratava de um a quem há tempos não via.

– Transmissão de pensamento. Deus me disse que te encontraria por estes dias, porque sonhei contigo esta noite!

Era uma de suas formas de saudação.

Para os que via diariamente, mudava um pouco.

-Acabei de pensar em ti! Vem cá, de d´pa um abraço, tu mora no meu peito!

Era esse o Raimundo Assub, que certa vez, junto com o também saudoso João Evangelista, fizeram com que viajasse até a cidade de Miranda do Norte, para que os dois me fizessem, de forma indireta, dar um recado a Chico Carvalho, em 1995, então presidente da Câmara, ocasião em que já exercia a função de Diretor de Comunicação Social desde 1992.

Assub passou de segunda a sexta-feira, todas as noites, indo para a sede do jornal ATOS E FATOS, onde eu era editor, para reforçar o convite no sentido de passar o domingo em sua fazenda, no povoado Carro Quebrado. Ele e João Evangelista havia adquiridos terras vizinhas, via financiamento do BNB, e montaram suas fazendas lado lado.

No sábado decidi ir, junto com a Elineusa. Chegamos às 23h e os dois  estavam, assim como a esposa do Assub a Olgarina, nos esperando na beira de um lago, ouvindo música e tomando cerveja.

Cheguei, me inseri na conversa e senti que havia sido convidado para dar um recado ao presidente.

Aprendi na Câmara, desde cedo, que em política, deve se falar pouco, ouvir muito e também que não se deve falar muito de forma direta, mas, na maioria das vezes, por códigos. Codifiquei o que eles queriam e, na manhã do dia seguinte, subi a um morro, em busca de sinal para o velho Motorola, no início da era do celular e liguei para Chico Carvalho, explicando a situação.

Na terça-feira seguinte, os três foram vistos almoçando no restaurante Natureza, na Raposa, bem próximo onde Assub morava num amplo sítio.

O bairro Bom Viver, na cidade de Raposa, deveria se chamar Vila Raimundo Assub. Toda a área era de propriedade do vereador, que fez a doação para um grupo de sem terra que estava ameaçando uma invasão. Doou tanto essa área como a terra onde está instalado o  cemitério municipal da cidade.

Essas e outras histórias dão uma exata dimensão de quanto era solidário o saudoso político. Depois de abandonar a política de São Luís, após 16 anos como vereador,  se mudou para a Raposa, onde chegou a ensaiar uma candidatura a prefeito, mas desistiu da empreitada e passou a atuar no ramo da agropecuária, em sociedade  com o filho, José Assub Neto.

Ele faleceu aos 71 anos, vítima de ataque cardpiaco, no dia 15 de agosto de 2012, abrindo uma grande lacuna na política municipalista. Deixou viúva Olgarina Lima, com quem teve os filhos Antônio Ibrahim e João Vítor. Do primeiro casamento com Maria da Graça, foram gerados  José Assub Neto e Clícia Maria.

Deixou uma larga folha de serviços prestados à política municipal e se caracterizou pelo carisma, pela seriedade e solidariedade.

Alessandro Martins arruma parangolé no Cujupe

 Depois de protagonizar confusões no Tribunal de Justiça e em restaurante de luxo na capital maranhense, o empresário Alessandro Martins mudou de ares e, na tarde desta sexta-feira (16), arrumou um grande parangolé no porto de embarque do  Cujupe, ao tentar embarcar sua reluzente BMW no ferry-boat sem pagar a passagem.

Na realidade, houve um grande sufoco por parte dos passageiros. Eram exatamente 17h, quando um grupo de manifestantes decidiu fechar a rodovia, num protesto contra as condições do porto. Minutos depois, foi liberado o embarque os veículos.

Aí entre em cena o empresário, que, sem haver comprado a passagem, colocou seu veículo na  embarcação. Os funcionários tentaram fazer com que ele retirasse o automóvel e nada conseguiram. Somente com a chegada da Polícia é que ele decidiu tirar o carro e desapareceu a pé, acompanhado   do rapaz moreno que aparece ao seu lado na foto acima.

Iracema Vale prestigia posse de Rodrigo Maia como membro efetivo do TRE/MA

Ato foi conduzido pelo presidente da Corte, desembargador José Luiz Oliveira de Almeida.

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), prestigiou, na manhã desta sexta-feira (16), a sessão solene de posse do advogado Rodrigo Maia Rocha como membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE/MA). O ato foi conduzido pelo presidente da Corte, desembargador José Luiz Oliveira de Almeida.

“É uma ocasião que marca o reconhecimento da competência do doutor Rodrigo Maia e o compromisso renovado com a justiça em nosso Estado. Atuou sempre com compromisso com o Estado de Direito e os direitos individuais e tenho a certeza de que trará essa mesma dedicação ao serviço público como membro do TRE”, afirmou Iracema Vale.

A nomeação de Rodrigo Maia para o cargo foi publicada no Diário Oficial da União do dia 23 de dezembro de 2023. Ele assumiu a vaga da advogada Camilla Ferro Ramos, cujo biênio encerrou em novembro de 2023. Durante o período de vacância, a vaga estava sendo ocupada interinamente pela jurista Amanda Waquim, membra substituta da Corte.

O advogado reiterou seu propósito permanente de trabalhar com mais afinco ainda na defesa do Estado Democrático de Direito e da Justiça. “São os pilares fundamentais da trajetória que me conduziu a este momento. Continuo firme na missão de servir aos nossos semelhantes, buscando sempre ter como norte o senso de responsabilidade”, acrescentou.

No ato, também estavam presentes os deputados estaduais Antônio Pereira (PSB), Ariston (PSB), Carlos Lula (PSB) e Othelino Neto (PCdoB); os deputados federais Rubens Pereira Júnior (PT) e Duarte Júnior (PSB); o desembargador Paulo Velten, presidente dp TJMA; o procurador-geral de Justiça, Eduardo Nicolau, além de secretários de Estado e outras autoridades.

 

Tragédia-Pai mata filha de 1 anos e seis meses de forma acidental

A cidade de Trizidela do Vale foi abalada na noite desra sexta-feira, com a trágica morte da garotinha Laura Sousa Nogueira, de apenas um ano e seis meses. Ela morreu atropelada pelo próprio pai, Felipe Nogueira, de forma acidental, quando manobrava o carro da família, na garagem da casa. A comoção atingiu todo o município.

Brandão nomeia o professor Valdenio Nogueira como novo procurador-geral do Estado

O governador Carlos Brandão (PSB) anunciou Valdenio Nogueira Caminha como o novo procurador-geral do Estado. Ele assume no lugar de Rodrigo Maia, que assumirá a vaga de juiz eleitoral pelo biênio 2024/2025.

“Acabo de nomear Valdenio Nogueira Caminha como o novo procurador-geral do Estado. Ele assume a pasta no lugar de Rodrigo Maia, a quem agradeço pelo trabalho sério e comprometido, e desejo boa sorte em sua nova missão no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão”, postou Brandão.

Advogado e professor universitário, Caminha já foi vice-presidente da OAB na gestão de Mário Macieira entre os anos de 2013 e 2015.

Comissão Representativa apresenta balanço das atividades legislativas no recesso da Câmara de São Luís

Todo ano, a Câmara Municipal de São Luís (CMSL) suspende suas atividades normais durante o período de recesso parlamentar, compreendido entre os dias 23 de dezembro a 1º de fevereiro, com base no artigo 41 da Lei de Orgânica do Município. Nesse período, as atribuições que competem à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e ao Plenário são exercidas pela Comissão Representativa, que também fica responsável por deliberações urgentes durante a suspensão das atividades legislativas.

Desde quando foi instituído pelo presidente da Casa, Paulo Victor (PSDB), em 23 de dezembro, o colegiado realizou várias reuniões para tratar sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2024 (Lei Municipal nº 7.504/2023) que foi alvo de disputa judicial. Além disso, o grupo também realizou encontros tendo como principal assunto da pauta a deliberação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que acabou sendo aprovada nesse período.

A agenda de atividades também incluiu assuntos que envolveram outras áreas da administração. Segundo o vereador Raimundo Penha (PDT), um dos integrantes do grupo, as atividades da Comissão Representativa estiveram focadas nos setores de saúde e educação.

“Nós tratamos sobre a questão da não realização de seletivo para contratação de funcionários para o Hospital da Criança, inclusive debatemos ainda a necessidade de determinados profissionais que ainda não foram preenchidos na unidade de saúde”, frisou.

A comissão também realizou encontros com representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed) para tratar sobre o cronograma das escolas que estão passando por melhorias.

“Solicitamos cronograma das escolas que estão passando por melhorias. O objetivo do colegiado era seguir acompanhando essas ações para que a prefeitura possa fazer o máximo de melhorias possíveis durante o período das férias escolares”, completou o pedetista.

Mediação para evitar greve

O vereador Álvaro Pires (PSDB), integrante da Comissão Representativa, também continuou trabalhando regularmente, apesar do recesso parlamentar. Nesse período, por determinação da Mesa Diretora, ele representou a Casa nos encontros com o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Maranhão (STTREMA), Marcelo Brito, buscando encontrar uma saída para evitar uma nova greve da categoria.

Na última quarta-feira (31), o parlamentar protocolou um pedido de mediação trabalhista no Ministério Público do Trabalho (MPT), com o objetivo de impedir a paralisação do transporte coletivo na capital maranhense.

De acordo com Álvaro Pires, sua iniciativa visa alcançar avanços nas negociações da data-base dos rodoviários, além de buscar um acordo entre os consórcios e a Prefeitura de São Luís.

“Estamos tentando construir uma solução e buscar o melhor caminho para nossa cidade. O nosso objetivo é evitar uma nova greve que venha causar graves prejuízos ao comércio local, trabalhadores, estudantes e usuários em geral que utilizam o modal de transporte para se deslocar em nossa cidade”, afirmou.

Além de Raimundo Penha e Álvaro Pires, a comissão é composta pelos vereadores Edson Gaguinho (União Brasil), Concita Pinto (PCdoB) e Beto Castro (PMB). O vereador Antônio Garcez (PMN) ficou como suplente.

Morre Pádua Nazareno, Ex-Vereador de São Luís

Neste domingo de carnaval (11), a notícia do falecimento de Antonio de Pádua Oliveira Nazareno abala o cenário político de São Luís. Pádua Nazareno, que foi secretário municipal licenciado de Mobilidade Urbana de Paço do Lumiar, deixa para trás uma trajetória marcada por dedicação e serviço público.

Com uma longa história no Partido Democrático Trabalhista (PDT), Pádua Nazareno foi uma figura proeminente na ala histórica liderada por Jackson Lago. Além disso, ele ocupou importantes cargos, incluindo o de secretário municipal de Trânsito e Transporte (SMTT) e o de vereador de São Luís.
A família informou que o velório de Pádua Nazareno será realizado na PaxUnião, a partir das 18h de hoje.

Saiba como será a PIPOCA DO POVÃO, evento organizado pelo vereador Paulo Victor, no Circuito Jardim América/Cidade Operária

 

 

Uma grande estrutura está sendo preparada para receber os foliões no domingo de carnaval (11) na Pipoca do Povão, circuito de carnaval inédito que acontecerá na Avenida Principal do Jardim América. A festa terá início às 9h, com concentração em frente à Faculdade Laboro, e promete agitar a região.

O primeiro grito de carnaval da Pipoca ficará por conta da Banda Argumento, seguida da Groovaê, com intervalos animados pelo Dj JJ que, de cima do trio elétrico parado, prometem fazer a melhor concentração deste carnaval, esquentando a festa para a atração principal. Às 13h, Igor Kannário movimentará o trio elétrico em um grande arrastão no percursso que vai da Faculdade Laboro até a Igreja Católica de São João Calábria, onde será o encerramento.

*ESTRUTURA*– A estrutura do circuito da Pipoca do Povão foi toda pensada para proporcionar uma bela festa para os foliões. A segurança terá o reforço de 130 policiais militares (ronda, moto e à pé), 15 policiais do Centro Tático Aéreo e uma equipe do Grupo de Resposta Tática da Polícia Civil do Maranhão, além de 77 seguranças privados, 22 bombeiros civis e ambulâncias de prontidão.

A Avenida Principal do Jardim América será interdidata no período de 5h às 18h, no trecho em que acontecerá o circuito da Pipoca. O isolamento da avenida e a organização do trânsito na região ficarão a cargo da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), com o apoio de integrantes da equipe do vereador Paulo Victor. Um carro-pipa ficará à postos para refrescar a multidão e banheiros químicos serão distribuídos por toda a concentração.

O comércio ambulante também terá espaço na Pipoca do Povão e será disciplinado e organizado na via do circuito para que, além de brincar o carnaval, a comunidade aproveite a oportunidade para garantir uma renda extra com o evento.